Aérodromo da Graciosa, vai ter nova torre de controlo


 

Lusa/AO Online   Regional   20 de Jun de 2016, 11:40

A nova torre de controlo do aeródromo da Ilha Graciosa, nos Açores, cujo concurso público foi hoje publicado, vai representar um investimento de 1,3 milhões de euros e permitirá concentrar valências que estavam dispersas.

“O novo edifício vai concentrar várias valências que estavam dispersas e a torre de controlo passará a estar separada da própria estrutura da aerogare”, disse à agência Lusa o porta-voz da transportadora aérea açoriana, António Portugal.

O concurso público para a empreitada de construção da torre de controlo do aeródromo da ilha Graciosa, hoje publicado em Diário da República, foi lançado pela SATA – Gestão de Aeródromos, empresa do grupo da transportadora, e a obra terá a duração de um ano.

Segundo o anúncio de procedimento, o contrato tem por objeto a construção da nova torre de controlo, que "poderá amenizar as deficiências funcionais da atual aerogare, e que resulta também da necessidade de se manter o serviço AFIS (Aerodrom Flight Information Service), que representa todo o sistema de comunicações com as aeronaves, "implicando a existência de uma torre de observação, e de se instalar o SOA (Serviço de Operações Aeroportuárias), incluindo sala de operações de emergência, o CAP (Centro de Alimentação de Pista) e um serviço de meteorologia com visibilidade a 360º, situação que não acontece atualmente".

A Torre de Controlo, com os três pisos previstos, incluirá a Sala de Controlo no 2.º andar, a Sala de Meteorologia no 1.º andar e a Sala do Centro de Alimentação de Pista (CAP) no rés-do-chão.

"O novo edifício vai concentrar todas estas valências que estavam dispersas. O SOA, por exemplo, está presentemente instalado no quartel dos bombeiros", explicou o porta-voz da companhia SATA, sem especificar para quando se prevê o início das obras de construção da torre de controlo.

A SATA vai também construir uma nova aerogare na ilha da Graciosa, cujo concurso público já foi publicado, em Diário da República, em março.

A obra, que está orçada em 160 mil euros, deverá iniciar-se até ao final do ano, e visa garantir requisitos de segurança obrigatórios e aumentar a capacidade da infraestrutura.

 


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