Administrativos do SEF iniciam hoje greve de seis meses em regime de rotatividade


 

Lusa/AO Online   Nacional   16 de Jan de 2017, 07:38

Os trabalhadores não policiais do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) iniciam hoje uma greve de seis meses em regime de rotatividade para exigirem a reposição da carreira de apoio à investigação e fiscalização.

 

A greve, convocada pelo Sindicato dos Funcionários do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SINSEF), vai realizar-se uma vez por mês em cada unidade do SEF, disse à agência Lusa a presidente do SINSEF, Manuela Niza Ribeiro.

Segundo o sindicato, a greve vai afetar sobretudo os serviços de documentação, processual e de atendimento ao público.

A presidente do sindicato afirmou que os trabalhadores não policiais do SEF reivindicam uma carreira específica, exigindo a reposição da carreira de apoio à investigação e fiscalização, que existiu até 2008.

O sindicato explica que a área documental, ”a grande missão do SEF a seguir ao controle de fronteira”, está atribuída à carreira não policial, representando cerca de 47% da totalidade dos funcionários do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, num total de 1.200 trabalhadores.

O serviço documental inclui a emissão de passaportes, autorizações de residência ou vistos ‘gold’.

Além de uma carreira específica, os trabalhadores não policiais do SEF exigem também a revisão da lei orgânica do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e do estatuto de pessoal.

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