CGD

Administração de Paulo Macedo entra em funções em 01 de fevereiro

Administração de Paulo Macedo entra em funções em 01 de fevereiro

 

Lusa/AO Online   Economia   25 de Jan de 2017, 18:36

A nova administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que será liderada por Paulo Macedo e que inclui apenas uma mulher, teve luz verde do Banco Central Europeu (BCE) e entra em funções em 01 de fevereiro, informou o Governo.

"O BCE concluiu hoje o processo de avaliação da idoneidade e adequação do presidente do Conselho de Administração, do presidente da Comissão Executiva, assim como dos restantes administradores executivos da CGD", indica o Ministério das Finanças, em comunicado enviado às redações.

Assim, a equipa composta por oito elementos, dos quais apenas uma é mulher, entrará em funções "a partir do próximo dia 01 de fevereiro", ficando Paulo Macedo como presidente da Comissão Executiva e Rui Vilar como presidente do Conselho de Administração.

Francisco Cary (que já renunciou ao cargo de vogal do Conselho de Administração do Novo Banco, segundo um comunicado emitido hoje pela instituição), João Tudela Martins (que integrava a equipa de António Domingues), José de Brito (quadro da Caixa), José João Guilherme (ex-administrador do Novo Banco), Maria João Carioca (antiga presidente da bolsa de Lisboa) e Nuno de Carvalho Martins (que sai do gabinete do secretário de Estado do Tesouro e Finanças) completam a lista de nomes propostos pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, que Frankfurt já aprovou.

A tutela refere ainda que serão "submetidos ao BCE, e sujeitos ao processo de avaliação de idoneidade e adequação, os administradores não executivos".

O Governo socialista de António Costa tomou posse no final de 2015 quando o banco público era liderado por José de Matos, que o executivo quis substituir logo no início de 2016, mas cujo mandato se prolongou até final de agosto passado (apesar da saída de vários administradores) enquanto decorriam as negociações com as instituições europeias relativas ao processo de recapitalização e ao plano de negócios.

A administração de António Domingues entraria em funções no final de agosto, mas surgiram várias questões, sobretudo em torno da exceção ao estatuto do gestor público que permitia as declarações de património e rendimento dos novos administradores que não fossem públicas, levaram à saída da maioria dessa equipa em dezembro.


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