Activista Aminetu Haidar impedida de retomar vida normal


 

Lusa / AO online   Internacional   19 de Jan de 2010, 14:31

A Amnistia Internacional (AI) denunciou esta terça-feira que a activista saaraui Aminetu Haidar está impedida de retomar a vida normal desde que regressou a El Aaiun devido à “constante vigilância” das autoridades marroquinas.
A 17 de Dezembro último, a activista saaraui regressou a casa depois de mais de um mês em greve de fome no aeroporto de Lanzarote, no arquipélago espanhol das Canárias, para protestar contra a confiscação do passaporte pelo governo de Marrocos e posterior expulsão para aquela ilha canária.

Num comunicado divulgado hoje em Madrid, a AI afirma que, desde do regresso a Al Aaiun, Aminetu Haidar está sob vigilância constante por agentes da polícia e de outras forças de segurança “colocados dia e noite perto da casa” da activista.

“Seguem-na sempre que sai. Dispersam os simpatizantes e jornalistas estrangeiros que tentam vê-la”, sublinha a organização não governamental de defesa dos direitos humanos.

Familiares, simpatizantes e amigos de Haidar no Saara Ocidental e em outras zonas de Marrocos também foram intimidados, alguns agredidos, quando tentaram visitar a activista, refere a Amnistia.

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