A equipa do ISCET, orientada pela professora daquele instituto Sónia Dantas, recolheu 701 anúncios publicados no Jornal de Notícias, no Público e no semanário Expresso, dos quais 94 por cento não referem a remuneração oferecida.
Dos que mencionaram, a média era 826 euros, com o máximo a atingir os 2.500 euros para assistente técnico no ramo dos serviços públicos e o mínimo nos 300 euros para um ‘part-time’ de empregada de mesa.
A maioria dos classificados que indicaram as qualificações necessárias exigiram como escolaridade mínima a licenciatura, num total de 54 por cento, seguindo-se o ensino básico nos 21 por cento.
As competências mais procuradas pelos empregadores foram a informática, o inglês, a comunicação, línguas, trabalho em equipa e o trabalho por objetivos, enquanto as áreas onde houve mais oferta foram o setor comercial, hoteleiro e da construção.
“No que concerne à valorização, ocorreram mais referências a nível da experiência, disponibilidade, boa apresentação e carta de condução”, explicaram os redatores do estudo.
