33 mineiros retidos no Chile há quase um mês vão falar por videoconferência com as famílias


 

Lusa / AO online   Internacional   4 de Set de 2010, 18:37

Os 33 mineiros retidos no norte do Chile e os seus amigos mais próximos vão participar hoje na primeira videoconferência em tempo real desde 5 de agosto passado, havendo grande expetativa entre os familiares.

Serão cerca de 66 minutos de felicidade, aproximadamente dois minutos por família, graças ao sistema de fibra óptica que as equipas de resgate instalaram para comunicarem com os mineiros, a 700 metros de profundidade.

“Hoje será um dia extraordinário, disseram-nos que a comunicação se realizará por volta das 16.00 locais (20.00 de Portugal), disse Rafael Peña, ormão de Edison Penã, de 34 anos, um dos mineiros retidos numa das galerias da mina.

A primeira comunicação direta que mantiveram os mineiros e as suas famílias, até agora, ficou-se por uma conversa telefónica de pouco mais de trinta segundos, pelo que o contacto visual está a gerar muita alegria no acampamento “Esperanza”.

Também a boliviana Verónica Quispe espera um momento para falar com o marido, Carlos Mamani, o único estrangeiro entre os 33 mineiros.

Os 33 mineiros estão presos desde 5 de agosto, a 700 metros, no subsolo da mina de San José, no Norte do país. O resgate pode durar entre três e quatro meses, segundo as autoridades, que esperam tirar os trabalhadores "antes do Natal".


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