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César desvaloriza quebra eleitoral nos Açores

O presidente do PS/Açores, Carlos César, desvalorizou este domingo a quebra eleitoral dos socialistas no arquipélago, salientando que o seu partido manteve três deputados, e recordou que, tal como disse o PSD nas europeias, “por um voto se ganha”.

 

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"Democracia funcionou mas por um triz não fomos eleitos"

Os votos no CDS/PP quase triplicarm nos Açores nestas legislativas, o que significa que "a democracia funcionou tal como funciona sempre".

 

Notícias

  • Bloco de Esquerda cresce com confiança
    “Um voto de confiança no Bloco”, é como Zuraida Soares encara o resultado do BE nos Açores.
  • Paulo Portas garante que continuará a ser oposição ao PS
    O líder democrata-cristão, Paulo Portas, fez domingo à noite um discurso de vitória nas eleições legislativas, com a eleição de 21 deputados, e garantiu que o CDS-PP continuará a “ser a melhor oposição” ao PS.
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    O presidente do PS/Açores, Carlos César, desvalorizou este domingo a quebra eleitoral dos socialistas no arquipélago, salientando que o seu partido manteve três deputados, e recordou que, tal como disse o PSD nas europeias, “por um voto se ganha”.
  • CDU confirma
    Os mais de dois mil açorianos que contribuiram para os 2,2 por cento dos votos da CDU, mostraram a “forte vontade de mudança” que a sociedade portuguesa espelha.
    Foi este o discurso do líder regional da CDU, Aníbal Pires, que salientou que “os portugueses votaram à esquerda” nestas legislativas.
  • PS pode fazer maioria absoluta com CDS ou PSD
    O PS ganhou este domingo as eleições com 36,56% dos votos (96 deputados) mas se quiser governar em maioria absoluta terá de fazer entendimentos à direita com o PSD (29,09%, 78 mandatos) ou com o CDS-PP (10,46%, 21 mandatos).
  • Louçã diz que
    Francisco Louçã (BE) afirmou que com o resultado eleitoral deste domingo “começa um novo dia para a esquerda”, sublinhando que o seu partido se baterá no Parlamento pela reforma da educação, da Segurança Social e pelo imposto sobre grandes fortunas.
  • Carlos César
    A presidente do PSD/Açores, Berta Cabral, afirmou este domingo que o resultado eleitoral no arquipélago reflecte uma “tendência de mudança”, frisando que Carlos César “não foi uma mais valia para José Sócrates”.
  • Mota Amaral frisa que PSD
    Num comentário aos resultados obtidos este domingo, o cabeça de lista do PSD, Mota Amaral, frisou que o seu partido “perdeu por poucos” e lamentou a “abstenção muito alta”, que atingiu 55,9 por cento no arquipélago.
    “Em democracia, o que interessa é saber quem ganha e quem perde. Nós ganhámos”, frisou Ricardo Rodrigues, cabeça de lista do PS pelos Açores, em declarações à Lusa.
  • PS teve uma vitória extraordinária
    O secretário-geral do PS, José Sócrates, afirmou este domingo que o PS teve uma "extraordinária vitória" nas eleições legislativas, dizendo que o povo português fez uma "escolha sem ambiguidade".
  • CDU contribuiu para PS perder maioria absoluta
    O secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, destacou este domingo que a CDU “contribuiu para a derrota do PS, retirando-lhe a maioria absoluta”, rejeitando que a coligação PCP/Verdes esteja fragilizada por ficar como quinta força política.
  • PS segura deputados nos Açores mas perde votação
    O Partido Socialista conseguiu manter os três deputados pelos Açores que havia eleito em 2005, mas perdeu mais de 14 por cento de eleitores.
    A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, salientou este domingo o facto de o PS ter perdido a maioria absoluta e prometeu que o seu partido será uma oposição responsável que não se deixará intimidar.
  • Lixeira a céu aberto  em reserva da biosfera

    Paulo Estêvão, cabeça de lista do PPM pelos Açores à Assembleia da República, escolheu esta semana  a lixeira existente no Corvo como pano de fundo de uma acção de campanha que serviu para denunciar o que apelidou de “crime ambiental”.
  • “O que o Estado dá não paga um café por dia”

     “O Estado não tem sabido reconhecer quem não teve culpa de uma política que se fazia no nosso País”, criticou na passada quinta-feira o cabeça de lista do CDS-PP pelos Açores às eleições do próximo domingo.
  • Suspensão dos magalhães é “chantagem”
    A entrar na recta final da campanha, a comitiva da CDU/Açores voltou a fazer-se às ruas para continuar a cativar “os descontentes”.  É que, segundo o cabeça de lista Aníbal Pires, independentemente das perspectivas que possam existir acerca das campanhas de rua, “a CDU trabalha é com as pessoas e para as pessoas”.
  • Mistura não agrada a César
    A comitiva de campanha socialista às legislativas cruzou-se na passada quinta-feira, pelo menos por três vezes, com viaturas da candidatura de Berta Cabral à Câmara de Ponta Delgada.
  • “A democracia adoece se a abstenção alastra”
    A feira do gado, em Santana, é, em tempos de campanha, passagem obrigatória e na passada quinta-feira, foi lá que, uma vez mais, as comitivas sociais democratas e populares se encontraram.
    José Sócrates diz que não se pode “tratar por igual, aquilo que é desigual”. Adepto confesso da Autonomia, o Secretário-Geral do PS refere que esta é “a melhor forma de preservar a unidade nacional”. Caso seja reeleito, Sócrates promete manter a “diferenciação positiva” dos Açores.
    A salvaguarda da Zona Económica Exclusiva dos Açores e a questão das quotas leiteiras constituem duas da bandeiras eleitas por Zuraida Soares. O desemprego também  preocupa a líder nos Açores do BE, que aponta soluções concretas para o combater.
    Mota Amaral, que se recandidata a deputado à Assembleia da República, não sabe se esta é a sua última candidatura até porque, ironiza, José Sócrates aumentou a idade da reforma. Não prevê maiorias absolutas mas assume que um bom resultado para o PSD é a vitória
    Manuel Moniz defende que os eleitores devem avaliar a “atitude” dos candidatos na hora de escolher onde colocar a cruz. Mas, frisa, nunca em branco que é um “desrespeito pela democracia”. Moniz defende ainda a revisão do sistema eleitoral 
  • CDS-PP contra voto bipartidário

    Félix Rodrigues pede oportunidade para substituir “os mesmos de sempre” e defende que a tese de governos da mesma cor nos Açores e em Lisboa não se justifica porque o PS não conseguiu entender-se em aspectos fundamentais.
  • PPM apela ao voto para crescer eleitoralmente
    Ciente de que será praticamente imposível chegar a São Bento, Paulo Estevão elege como objectivo ser um dos dois partidos mais votados no Corvo. E deixa o alerta: a 27 de Setembro os açorianos devem votar nos partidos que aceitem ir para o Governo.
    Aníbal Pires, candidato da CDU, não encontra grandes diferenças na performance e nos programas eleitorais dos dois maiores partidos portugueses pelo que considera vital que do escrutínio de 27 de Setembro resulte um Parlamento “mais equilibrado”.
  • PCTP/MRPP elege pleno emprego como prioridade
    Contra o modo de produção capitalista e a favor dos trabalhadores e do pleno emprego, é a principal mensagem que Pedro Leite Pacheco do PCTP/MRPP quer passar nestas Legislativas 2009, numa campanha com grande coração mas sem grandes recursos

    A expressão é do cabeça de lista do PS pelo círculo eleitoral dos Açores à Assembleia da República, Ricardo Rodrigues, em entrevista ao AO/Açores/TSF. O parlamentar está convicto que uma revisão da Lei de Finanças Regionais seria feita para penalizar os Açores e favorecer a Madeira

    Esta era a garantia que o próprio PSD/Açores queria ouvir amplificada, dada por Manuela Ferreira Leite em discurso directo e ao vivo, sobre a manutenção da Lei das Finanças Regionais. No que, claro, aos Açores diz respeito.
  • Renovação nas listas vai ter de esperar
    PSD e PS resolveram manter nos dois primeiros lugares das suas listas os mesmos candidatos de há quatro anos
    O líder do CDS-PP, Paulo Portas, fez uma visita relâmpago aos Açores e, em entrevista ao Açoriano Oriental, defendeu como metas para as Legislativas ficar à frente do PCP e do BE, apostando em bandeiras como as PME, o trabalho ou a segurança
    Francisco Louçã garante que o Bloco de Esquerda não pretende efectuar coligações políticas e assume o desejo de que a força partidária de que é líder venha a representar um papel de referência a nível nacional para mudar a política.