Ricardo Silva, Luís Viana e Ricardo Pereira colocam Portugal nas "meias"
Hóquei em Patins | 2009-07-09 22:07
Num jogo difícil e no qual Ricardo Silva defendeu de forma três grandes penalidades, Portugal colocou-se em vantagem desde cedo, por intermédio de Luís Viana, embora tenha permitido aos franceses o empate ainda antes do intervalo.
Com um cinco base diferente – entrou Viana e saiu Ricardo Barreiros -, a equipa portuguesa beneficiou da inspiração dos avançados a arma do triunfo e de Ricardo Silva: o guarda-redes, apesar de ter sido mal batido no primeiro golo francês, foi depois praticamente intransponível.
Portugal, que hoje "rodou" todos os jogadores com excepção do guarda-redes João Miguel, joga na sexta-feira com a Espanha o acesso à final, num jogo agendado para as 21:30 locais (20:30 em Lisboa).
A equipa orientada por Luís Sénica, que tinha perdido com França no Mundial de Montreux (2007), no jogo de atribuição do quinto lugar, redimiu-se desse embate, demonstrando de novo grande união, à semelhança do que aconteceu na fase de grupos, inclusivamente na derrota com a Argentina.
Tal como tem sido habitual nesta participação, a selecção lusa entrou concentrada no jogo, apostando numa rápida circulação de bola e saídas rápidas para o ataque.
Aos três minutos, Valter Neves deu o primeiro sinal da ambição lusa, com um remate à trave na sequência de uma jogada de bom entendimento com Luís Viana.
Ricardo Silva segurou o empate logo depois, com duas grandes defesas a remates fortes dos franceses e, aos sete minutos, Luís Viana marcou o primeiro golo luso, na “boca” da baliza e com assistência de Valter Neves.
Já com Ricardo Barreiros e Ricardo Oliveira “Caio” em jogo, Ricardo Silva defendeu uma grande penalidade, aos 14 minutos, mas foi mal batido no golo do empate, a dois do fim da primeira parte.
Com 1-1 ao intervalo, Luís Sénica voltou a “mexer”, optando por Tiago Rafael no lugar de Reinaldo Ventura e, logo nos primeiros segundos, Kevin Guilbert atirou ao poste.
Luís Viana, com assistência de “Caio”, fez o segundo, num lance de belo efeito e, pouco tempo depois, Ricardo Silva voltou a defender uma grande penalidade.
Aos 27 minutos, no entanto, Ricardo Silva sofreu o segundo golo, desta vez por intermédio de Guirec Henry e, aos 30, Ricardo Pereira foi agarrado dentro da área, mas a equipa de arbitragem nada assinalou, motivando inúmeros protestos por parte da comitiva lusa.
Aos 34 e 37 minutos, Ricardo Pereira bisou, em dois golos de belo efeito e aparentemente de “laboratório” e, já perto do fim, Ricardo Silva foi de novo decisivo, ao defender nova grande penalidade.
Sérgio d’Almeida Soares-Lusa/AO online
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